A Coluna Musical mais TURBO de todos os universos. (Um oferecimento de Sacos de Lixo “Garfield”) – #01

Oi eu so o mordente so comediante finjo q tenho banda e esta eh minha coluninha e eu vo fala d musica c mt bom humor mas antes vo me apresenta pra num fase sem educasaozisse..

Quando eu aprendi a escrever, me apaixonei. Nunca imaginei que uma atividade que aprendi tão corriqueiramente há distantes quatro anos me levasse, um dia, a ser convidado pelo excelente Alexandre Nix para escrever no maravilhoso websítio Overcast; do qual ele é uma espécie de Alfred E. Neuman com Roberto Justus.

Ele chegou pra mim no chat do Facebook e falou “escreve sobre música no Overcast, cara. Vai ser TURBO!!!”. Fiquei confuso com aquilo tudo. Depois percebi que eu ainda não tinha aprendido a ler.

Ora, porras! Não tenho como recusar algo que vai ser turbo! Fera; talvez eu recuse. Tiger; também. Mas turbo, não. Beleza, vamos começar. Alias… Antes, vamos comemorar o sucesso do jogo de palavras em “Mas turbo, não” vendo a imagem de um rinoceronte dando um barro zangadíssimo:

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OK, vamos falar umas merdas sobre música.

Iggy Azalea

eu não estou apto a argumentar nem contra nem a favor da Iggy Azalea porque eu achei ela bonita e tive pensamentos lascivos ao cruzar olhares com o bumbum dela num videoclipe através do ecrã do meu portátil. Plus, tenho queda por mulher alta. Logo, minha atenção não estava completamente focada na música. Portanto, estou incapaz de exercer minha profissão. Foi mal.
Imagina que doidera se isso fosse uma desculpa válida pra evitar o exercício de toda e qualquer profissão?
Mas falando sério, vamo combinar que é só rap. Longe de ser ruim. Mas longe também de ser isso tudo que dizem. Não preciso fazer ou mostrar melhor pra dizer isto. É uma crítica; não uma licitação.
Se eu não posso falar que o fato dela ser gata e ter bons videoclipes ajuda a impulsionar um som que não caga nem sai da moita, então eu só falo que o som dela não caga nem sai da moita. Essa parte ao menos ainda pode ser vista como legítima; ainda que o outro argumento não seja machista de forma alguma –o Dinho Ouro Preto é homem e a gente só tolera ele até hoje porque ele tem aquele charme meio-maduro-meio-pueril e tá muito em forma para um senhor de 68 anos. E pra piorar, a música dele é decididamente horrenda; ao contrário da Iggy Azalea, que faz um sonzinho normal; perfeitamente passável.

 

Próximo!

Maximum the Hormone

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Maximum the Hormone foi anunciado num site aí como autores da “canção metaleira mais louca de todos os tempos”. Aí vou ouvir e é tipo se o Weird Al Yankovic, em vez de um cara, fosse uma banda japonesa fazendo um medley de System Of a Down. Bem bobo.
Enfim… eu entendo que o seu “website” precisa de “tráfego” para você continuar “trabalhando” diretamente do quarto de hóspedes “que” você ocupa na casa da sua mãe; mas existem formas mais dignas de conseguir cliques. Não vem me dizer que alguma coisa é a coisa mais coisa de todas as coisas. Você não consegue me garantir pelo menos 95% dessas coisas. Canção metaleira mais insana de todos os tempos… Você, meu caro, obviamente nunca ouviu gritos de terror noturno. Eu também não. E é por isso que eu não acredito que essa bosta seja a canção metaleira mais insana de todos os tempos; tampouco tentaria fazer alguém acreditar.
Por que não partir pra ignorância logo e usar manchetes como “Rinoceronte dando um barro zangadíssimo”? Ouvi dizer que no final usam os maravilhosos Sacos de Lixo Garfield™ pra recolher.